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Mobilização comunitária: divulgação de vagas na próxima temporada de plantio

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A temporada de plantio requer muitos esforços e mão de obra. Para isso, procuramos divulgar às comunidades locais. E para alcançar esse público em específico, preparamos flyers impressos para serem distribuídos em estabelecimentos das cidades que atuaremos:

Total da Meta 1.1 alcançado: 8,48%

As ações de mobilização comunitária, restauração e manutenção de áreas degradadas na região de Santana do Araguaia (PA) e Caseara (TO) fazem parte do programa Caixa Florestas, e são financiadas pelo Fundo Socioambiental CAIXA.

Mobilização comunitária: campanha Ciclo de Restauração da BJF

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O trabalho de restauração ecológica da BJF vai muito além de plantar árvores. E com o objetivo de dar maior visibilidade às 17 etapas que fazem parte do Ciclo de Restauração da BJF, a equipe de comunicação desenvolveu uma série de publicações semanais para as redes sociais, destrinchando cada uma delas.

A primeira, em 8 de agosto, trouxe o Ciclo de Restauração de forma mais ampla:

A segunda publicação, em 15 de agosto, focou na primeira etapa, que é a COMUNIDADE:

A terceira publicação, em 22 de agosto, focou na segunda etapa, que é a CIÊNCIA:

A quarta publicação, em 29 de agosto, focou na penúltima etapa, que é a PLANTIO:

O último post da série, que é sobre os 3 ANOS DE CUIDADO, está programado para ser publicado em setembro.

 

Total da Meta 1.1 alcançado: 8,48%

As ações de mobilização comunitária, restauração e manutenção de áreas degradadas na região de Santana do Araguaia (PA) e Caseara (TO) fazem parte do programa Caixa Florestas, e são financiadas pelo Fundo Socioambiental CAIXA.

Mobilização Comunitária – novos potenciais parceiros

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No mês de agosto, a equipe de articulação de parcerias rurais (coordenadora e articuladora), juntamente a outros membros da equipe de campo, realizou as seguintes atividades:

  • Entre os dias 01 a 07 de agosto foram realizadas atividades de mobilização de campo na cidade de Caseara, Tocantins. Na oportunidade foram visitadas 5 fazendas.
  • No dia 11 de agosto a equipe de articulação se reuniu com a equipe da prefeitura da cidade de Marianópolis. Durante a reunião foi realizada a apresentação do projeto da BJF e os benefícios que a atuação do instituto pode trazer ao município, esses sendo para além dos aspectos ambientais, mas também sociais, com a geração de emprego e renda.
  • Reunião de apresentação do projeto a produtor rural em Caseara – TO.
  • Apresentação de estudo do CAR a produtora rural em Caseara – TO.
  • Vista a importância do alinhamento com os órgãos competentes da região de atuação, no dia 24 de agosto foi realizada a reunião para apresentação do projeto do Corredor da Biodiversidade do Araguaia para o presidente e diretor de meio ambiente da Naturatins. Na reunião aproveitou-se para discutir estratégias de atuação nas áreas que tangem a área estadual de proteção ambiental Ilha do Bananal-Cantão.
  • Mobilização em campo no município de Araguacema – TO, onde foram visitadas 5 fazendas.

Total da Meta 1.2 alcançado: 9,37%

As ações de mobilização comunitária, restauração e manutenção de áreas degradadas na região de Santana do Araguaia (PA) e Caseara (TO) fazem parte do programa Caixa Florestas, e são financiadas pelo Fundo Socioambiental CAIXA.

Viveiro Black Jaguar – início da rustificação

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Entre final de maio e meados de junho, a equipe de viveiro finalizou a transferência das mudas em produção no viveiro temporário para o novo viveiro definitivo, com o resgate de plântulas para o recipiente saco plástico e a organização dos canteiros de mudas. 

No novo viveiro, foi iniciada novas etapas de semeadura, desde a produção de substrato, enchimento de recipiente e carregamento de bandejas, semeadura das primeiras sementes, ainda de forma manual, aguardando maquinários e utensílios a serem entregues no início de julho. 

Entre julho e agosto, com a entrega dos maquinários e equipamentos restantes, a produção de mudas entrou no ritmo adequado, com atividades cíclicas conforme o previsto, a saber: 

  • Entrega física do maquinário para produção de mudas, a saber: misturador de substrato; esteira, máquina de preenchimento dos recipientes; mesa vibratória e máquina para lavagem e assepsia dos tubetes. Descarregamento realizado com o auxílio dos encarregados de campo e com o suporte de um caminhão munk/guincho 
  • Realização da entrega técnica do maquinário feita pelo fornecedor, com treinamento sobre o funcionamento de cada equipamento, possíveis problemas e suas soluções, e operação prática pelos viveiristas 
  • Atividades recorrentes de limpeza e organização do viveiro: limpeza de todo o terreno (casa de sombra e pleno sol) e distribuição das britas no espaço de pleno sol para desenvolvimento das mudas, com o auxílio da equipe de campo 
  • Atividades de organização e limpeza do galpão e área operacional 
  • Gabaritagem de mudas 
  • Produção de substrato e fertirrigação 
  • Limpeza, beneficiamento e quebra de dormência de sementes 
  • Semeaduras 
  • Organização das mudas na casa de sombra, separando-as por espécie 
  • Repicagem de mudas
  • Remoção de mudas que não suportam repicagem  
  • Perfuração dos calhetões (espaço utilizado para semeadura indireta com a atividade posterior de repicagem para os recipientes) 
  • Preenchimento dos calhetões, com 1/3 de brita textura grossa, com objetivo de auxiliar no escoamento da água evitando que acumule e ocasione alguma ação de patógenos na germinação das sementes; e 2/3 de areia textura média com o objetivo de germinar as sementes semeadas 
  • Limpeza do filtro das bombas, que alimenta o sistema de irrigação da casa de sombra 
  • Combate a ataque de patógenos nas mudas  
  • Abertura de covas para a cerca viva a ser plantada em volta da casa de sombra (previsão: início de setembro) 

Em agosto, iniciou-se a transferência dos primeiros lotes de mudas do sombrite para área de rustificação a pleno sol, bem como a fertirrigação nesta área. 

Total da Meta 2.2 alcançado: 5,62% 

As ações de mobilização comunitária, restauração e manutenção de áreas degradadas na região de Santana do Araguaia (PA) e Caseara (TO) fazem parte do programa Caixa Florestas, e são financiadas pelo Fundo Socioambiental CAIXA. 

A produção de mudas no viveiro está acelerada

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Com a próxima temporada chuvosa cada vez mais próxima, estamos acelerando a produção de mudas em nosso viveiro!  

Nas últimas semanas, colocamos para germinar diversas espécies, enquanto as primeiras mudas semeadas entre julho e julho estão começando a sair da área de sombra e sendo levadas à área de pleno sol, para que possam se acostumar às condições de campo e se tornar árvores saudáveis. 

 

Veja nosso Coordenador de Projetos e Engenheiro Florestal Dimitrio Schievenin explicar a segunda fase de nosso processo de produção de mudas!

Nesta primeira etapa, o foco é a produção de espécies adaptadas às áreas que encharcam periodicamente, a exemplo das florestas de várzea. Por exigir um cuidado e uma forma de produção bastante específica, estamos trabalhando com um grupo pequeno, mas altamente especializado de espécies, como a sumaúma, o ingá, o guarandi, o jequitibá vermelho, entre outras.  

 Essas espécies farão parte da primeira fase da estação de plantio, que irá iniciar em outubro. O segundo lote de mudas produzidas terá um foco mais generalista.  

Enquanto elas se desenvolvem, as mudas anteriores que nossa equipe de viveiristas semeou entre junho e julho já estão saindo da área de sombra e sendo transferidas para a área de pleno sol, para que possam se adaptar às condições em campo e crescer – processo chamado de aclimatação.   

Em meados de outubro e novembro, essas pequenas mudas poderão ser definitivamente plantadas nas áreas de restauração. Estamos muito empolgados em ver tantas mudas se tornando árvores saudáveis para compor o Corredor de Biodiversidade do Araguaia!  

Produção de mudas mais ecológica

Na Black Jaguar Foundation, buscamos sempre ser o mais sustentável possível em nossos processos. E em virtude disso, no nosso novo viveiro, produzimos mudas em tubetes – e não mais em sacos plásticos. 

 Uma das grandes vantagens é o fato de que os tubetes podem ser reutilizados a cada ciclo de produção – durante o período de até 10 anos. Já os sacos plásticos precisavam ser descartados após o primeiro uso.  

Outro aspecto positivo dessa mudança é que tubetes ocupam menos espaço, permitindo que produzamos mais mudas em uma área menor dentro de nosso viveiro – e usando menos substrato. Ou seja, são mais mudas para serem produzidas e plantadas durante a cada temporada de plantio!   

Tantas novidades, somadas ao ritmo de trabalho cada vez mais acelerado, mostra que os próximos meses serão repletos de conquistas e nada disso seria possível sem seu apoio! Nossos sinceros agradecimentos e siga conosco para acompanhar nossas atividades de restauração. 

 

Acompanhe o desenvolvimento de nossas árvores plantadas

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Dois anos atrás, plantamos várias árvores nativas, que tinham somente 30 cm de altura. Hoje, elas estão com mais de quatro metros de altura! 

Nossa equipe também tem encontrado várias plântulas e árvores que não foram plantadas por nós, o que é um sinal de que nossos esforços estão dando resultados.  

Assista ao vídeo abaixo e entenda mais sobre este crescimento espontâneo!

O vídeo abaixo mostra Joël Boele, nossa Coordenadora de Divulgação Comunitária, em maio deste ano, caminhando em uma de nossas áreas restauradas, cheia de árvores plantadas duas temporadas 

Você conhece uma outra característica de florestas saudáveis? Sementes crescendo! Assista o vídeo abaixo e veja algumas das sementes crescendo em nossas áreas restauradas. 

Realizar o Corredor de Biodiversidade do Araguaia só é possível com o apoio de apoiadores como você. Abaixo, veja uma mensagem de nosso iniciador Ben Valks, agradecendo a todos vocês por seus esforços!

 

Estas árvores, saudáveis e resilientes, crescendo no coração do Corredor de Biodiversidade do Araguaia são só o começo. Estamos animados em ver o quanto nossos esforços de restauração ecológica progrediram ao longo dos anos, e ainda vamos plantar muito mais!  

  

 

Cuidando de nossas árvores plantadas para assegurar florestas saudáveis

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O início de uma nova estação de plantio é, também, hora de cuidar das árvores que plantamos nas temporadas passadas!  

  A manutenção nas nossas áreas de restauração ocorre durante todo o ano, independente da estação.  No entanto, nossas equipes intensificam seus esforços durante períodos específicos. Neste ano, adiantamos esse processo para ajudar com a conclusão do nosso primeiro milhão de árvores.   

O processo de manutenção consiste em remover plantas invasoras que eventualmente competem com as árvores plantadas, realizar a adubação, complementar e garantir os cuidados com a cerca e o aceiro ao redor das áreas em restauração. Tais atividades são realizadas a cada quatro meses, por três anos, ou até o completo fechamento do dossel florestal.  

Precisamos assegurar ambientes onde nossas árvores possam crescer e contribuir para ecossistemas saudáveis e funcionais. Muitas vezes, isso requer a construção de cercas.   

  

Veja a manutenção de nossas árvores abaixo

Construção de cercas

A construção de cercas é um elemento chave para a proteção de áreas recém-restauradas. Cercas são necessárias em áreas de restauração próximas a pastagens para evitar que o gado pise e/ou se alimente acidentalmente das mudas recém-germinadas. 

Esta etapa tão importante do nosso Ciclo de Restauração fornece a proteção necessária para o crescimento saudável de novos plantios, que, em poucos meses, se transformarão em florestas resilientes.   

Todo esse cuidado é essencial para que as nossas árvores possam crescer e se desenvolver de forma adequada! Você gostaria de se tornar parte do nosso projeto e contribuir para restaurar a Floresta Amazônica e o Cerrado? Doe uma árvore aqui.  

  

Todo esse cuidado é essencial para que as nossas árvores possam crescer e se desenvolver de forma adequada! Você gostaria de se tornar parte do nosso projeto e contribuir para restaurar a Floresta Amazônica e o Cerrado? Doe uma árvore aqui 

Nossa equipe foi convidada a participar de encontro universitário em Santana do Araguaia

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No último mês, nossa equipe de campo foi convidada a participar do II Encontro de Projetos de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará!  

No evento, Carlos Eduardo Oliveira (Coordenador de Campo), Norivânia Diniz (Analista de Produção de Mudas) e Laís D’Isep (Analista de Produção de Sementes) ministraram palestras BJF a mais de 50 alunos da universidade. O tema central do encontro foi: “Educação e responsabilidade social: construindo valores de cidadania e sustentabilidade”.  

APRESENTANDO O INSTITUTO BLACK JAGUAR

Nosso coordenador de campo, Carlos Eduardo Oliveira, deu início aos trabalhos e, durante sua palestra, apresentou o Instituto Black Jaguar e nosso projeto de restauração ecológica: o Corredor de Biodiversidade do Araguaia. 

O COLETIVO DE SEMENTES E OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA ONU

Na sequência, nossa analista de produção de sementes, Laís D’isep, apresentou as principais atividades de um coletor de sementes e traçou um paralelo sobre como a Rede de Sementes do Araguaia pode contribuir para Santana do Araguaia alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. 

 Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são um impacto global assinado durante a Cúpula das Nações Unidas em 2015 pelos 193 países membros. São 17 objetivos ambiciosos e interconectados, desdobrados em 169 metas, com foco em superar os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo, promovendo o crescimento sustentável global até 2030. 

A PRODUÇÃO DE MUDAS EM NOSSO NOVO VIVEIRO

Por fim, nossa analista de produção de mudas, Norivânia Diniz, contou um pouco mais sobre as rotinas do viveiro: a produção de mudas, as vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de recipientes, os principais desafios enfrentados no processo de produção de mudas, entre outros.  

 Norivânia também apresentou a estrutura de nosso novo viveiro, com todos os maquinários e explicou em detalhes o atual processo utilizado hoje pela BJF na produção de mudas. Foi uma excelente oportunidade de mostrar aos estudantes universitários como é o dia a dia em nosso viveiro! 

A BJF acredita que a educação ambiental tem um papel muito importante, porque contribuir para tornar as comunidades mais participativas em assuntos relacionados às questões de responsabilidade socioambiental. Por isso ficamos muito contentes com convite feito pela Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. 

Conheça alguns novos membros da BJF!

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Para completar nossa meta de 1 milhão de árvores plantadas durante a próxima temporada de plantio, estamos aumentando nossa equipe de campo!  

A segurança de nossos colaboradores é de extrema importância para nós. E a fim de garantir que todos sigam procedimentos e utilizem EPIs de forma adequada, foi contratado o Engenheiro de Segurança do Trabalho, Matheus Monteiro dos Santos. Sua principal função será implementar medidas de segurança para assegurar o trabalho seguro e a qualidade de vida do nosso time e de toda comunidade. 

Para auxiliar com a administração das compras necessárias para assegurar o crescimento de nossas árvores, contratamos Fabiane Monpean. Fabiane também vai dar apoio ao time de finanças da BJF.

Os hectares a serem restaurados na próxima estação chuvosa já foram mapeados, no entanto, a captação de parcerias rurais é uma de nossas prioridades ao longo de todo o ano. E para compor essa equipe, junto da Coordenadora de Parcerias Rurais, Marcelle Grumberg, e da Analista Andreza Vidal, chamamos o engenheiro florestal Tainan Basso Balestrini! 

Com mais terra, e mais árvores, também vamos precisar de mais sementes! Nossa nova analista de produção de mudas, Laís D’Isep dos Santos, está liderando o desenvolvimento da Rede de Sementes do Araguaia, que já está fornecendo árvores para o nosso projeto. 

Por fim, contratamos também o engenheiro florestal Fernando Victal para atuar como Coordenador de Operações Florestais. Tudo isso para garantir que nossa meta da próxima temporada chuvosa seja alcançada: o plantio do primeiro milhão de árvores do Corredor de Biodiversidade do Araguaia! 

Clique nas descrições dos mais novos membros da equipe para conhecêlos melhor!

Tainan é Engenheiro Florestal, formado pela UFSM-FW, tem experiência em extensão rural, atendimento aos proprietários e regularização ambiental. Na Black Jaguar Foundation, Tainan é responsável por buscar parcerias rurais, tendo como objetivo fazer recuperação da vegetação do corredor ecológico da bacia do Rio Araguaia.

Matheus é engenheiro de Segurança do Trabalho, formado em Engenharia Ambiental com especialidade em Segurança do Trabalho pela Universidade da Amazônia – UNAMA, possui experiência elaboração de ferramentas de gestão de saúde e segurança e treinamento, é responsável por identificar, avaliar e implementar medidas que visam reduzir ou eliminar os riscos de acidentes e doenças do trabalho. Ele irá implementar medidas de segurança para garantir o trabalho seguro e a qualidade de vida do nosso time e toda comunidade.

Fabiane é Analista de Procurement, graduada em Comércio Exterior pela Faculdade de Estudos Sociais do Paraná-FESP e formanda em Neurociência e Performance Humana pela Faculdade FEBRACIS, com experiência nas áreas de compras, administrativa e financeira em empresas do ramo náutico, hoteleiro e bancário. Fabiane é responsável pela gestão de compras e suporte ao setor financeiro junto a BJF.

Laís é Engenheira Agrônoma, formada pela ESALQ/USP, com experiência em engajamento comunitário, cadeias de produção do agroextrativismo e mudanças climáticas. Laís é responsável por desenvolver a rede de sementes com produtores da região de Santana do Araguaia e entorno, que irá apoiar a restauração ecológica ao longo do Corredor.

Fernando é Engenheiro Florestal, formado pela Universidade Federal do Paraná, e Mestre em Ciências Ambientais, pela Universidade Federal de Alfenas, com experiência em Sistemas Agroflorestais e Restauração Florestal. Fernando é responsável pela coordenação de operações de restauração florestal da BJF.

BJF dá início à prospecção de organizações parceiras para temporada de plantio

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Para se preparar para a expansão de suas atividades nas próximas temporadas de plantio, a BJF está procurando organizações que possam fornecer serviços e produtos e que estejam localizadas no Tocantins ou no Pará.

Pensando nisso, a equipe de comunicação, em conjunto com o Coordenador de Projetos, elaborou um plano de comunicação e disponibilizou um formulário online para que os interessados pudessem se inscrever e receber no futuro pedidos de cotações, colaboração e termos de referência, entre outros.

Até o momento, 5 empresas da região preencheram o formulário e estão recebendo nossas demandas, para formarmos parcerias e ampliar nossa colaboração em rede com as comunidades locais nas próximas temporadas.

PUBLICAÇÕES REALIZADAS NO LINKEDIN/INSTAGRAM (FEED & STORIES):

O formulário criado pode ser acessado aqui.

 

Total da Meta 1.1 alcançado em julho: 5,76%

 

As ações de mobilização comunitária, restauração e manutenção de áreas degradadas na região de Santana do Araguaia (PA) e Caseara (TO) fazem parte do programa Caixa Florestas, e são financiadas pelo Fundo Socioambiental CAIXA.

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