{"id":37278,"date":"2023-06-15T17:22:12","date_gmt":"2023-06-15T15:22:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.black-jaguar.org\/?p=37278"},"modified":"2023-06-15T17:47:12","modified_gmt":"2023-06-15T15:47:12","slug":"especial-bjf-reuters-uol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.black-jaguar.org\/pt-br\/especial-bjf-reuters-uol\/","title":{"rendered":"ESPECIAL &#8211; Reflorestar Amaz\u00f4nia pode ajudar a salvar clima do mundo, mas tarefa enfrenta muitos obst\u00e1culos"},"content":{"rendered":"[vc_row type=&#8221;in_container&#8221; full_screen_row_position=&#8221;middle&#8221; column_margin=&#8221;default&#8221; column_direction=&#8221;default&#8221; column_direction_tablet=&#8221;default&#8221; column_direction_phone=&#8221;default&#8221; scene_position=&#8221;center&#8221; text_color=&#8221;dark&#8221; text_align=&#8221;left&#8221; row_border_radius=&#8221;none&#8221; row_border_radius_applies=&#8221;bg&#8221; overflow=&#8221;visible&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; shape_divider_position=&#8221;bottom&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221;][vc_column column_padding=&#8221;no-extra-padding&#8221; column_padding_tablet=&#8221;inherit&#8221; column_padding_phone=&#8221;inherit&#8221; column_padding_position=&#8221;all&#8221; column_element_direction_desktop=&#8221;default&#8221; column_element_spacing=&#8221;default&#8221; desktop_text_alignment=&#8221;default&#8221; tablet_text_alignment=&#8221;default&#8221; phone_text_alignment=&#8221;default&#8221; background_color_opacity=&#8221;1&#8243; background_hover_color_opacity=&#8221;1&#8243; column_backdrop_filter=&#8221;none&#8221; column_shadow=&#8221;none&#8221; column_border_radius=&#8221;none&#8221; column_link_target=&#8221;_self&#8221; column_position=&#8221;default&#8221; gradient_direction=&#8221;left_to_right&#8221; overlay_strength=&#8221;0.3&#8243; width=&#8221;1\/1&#8243; tablet_width_inherit=&#8221;default&#8221; animation_type=&#8221;default&#8221; bg_image_animation=&#8221;none&#8221; border_type=&#8221;simple&#8221; column_border_width=&#8221;none&#8221; column_border_style=&#8221;solid&#8221;][vc_column_text]<span class=\"ui-provider ha b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z ab ac ae af ag ah ai aj ak\" dir=\"ltr\"><i>No \u00faltimo s\u00e1bado, a Reuters Investigates publicou um especial sobre os desafios da restaura\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia, e a equipe de reportagem mergulhou em nossas opera\u00e7\u00f5es, trazendo um perfil sobre o impacto que estamos gerando na restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica no Brasil.<\/i><\/span> A UOL publicou a reportagem em portugu\u00eas, confira abaixo![\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;Full Width Line&#8221; line_thickness=&#8221;2&#8243; divider_color=&#8221;extra-color-3&#8243;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]\n<h1 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/youtu.be\/jvJkqfX1K5c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ASSISTA AO V\u00cdDEO DA REPORTAGEM<\/a><\/h1>\n[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;Full Width Line&#8221; line_thickness=&#8221;2&#8243; divider_color=&#8221;extra-color-3&#8243;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_video link=&#8221;https:\/\/youtu.be\/jvJkqfX1K5c&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;Full Width Line&#8221; line_thickness=&#8221;2&#8243; divider_color=&#8221;extra-color-3&#8243;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]\n<h1 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/ultimas-noticias\/reuters\/2023\/06\/03\/especial-reflorestar-amazonia-pode-ajudar-a-salvar-clima-do-mundo-mas-tarefa-enfrenta-muitos-obstaculos.amp.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">LEIA O ARTIGO NA UOL<\/a><\/h1>\n[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;Full Width Line&#8221; line_thickness=&#8221;2&#8243; divider_color=&#8221;extra-color-3&#8243;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]ITAPU\u00c3 DO OESTE, Rond\u00f4nia (Reuters) &#8211; Milton da Costa Junior dirige sua picape por um trecho remoto da Amaz\u00f4nia para verificar seus &#8220;beb\u00eas&#8221;. A organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos para a qual ele trabalha, a Rioterra, plantou milh\u00f5es de \u00e1rvores jovens na floresta como parte de um esfor\u00e7o para reflorestar \u00e1reas dizimadas pela extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e a pecu\u00e1ria na regi\u00e3o.[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][nectar_highlighted_text color_type=&#8221;regular&#8221; style=&#8221;full_text&#8221; highlight_expansion=&#8221;default&#8221;]\n<h1>RELACIONADAS<\/h1>\n[\/nectar_highlighted_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]Enquanto o Toyota avan\u00e7a em dire\u00e7\u00e3o a uma ponte de madeira em ru\u00ednas no caminho de volta para a cidade de Machadinho d&#8217;Oeste, no Estado de Rond\u00f4nia, dois homens mascarados em motos passam por ele e bloqueiam seu caminho. Um dos homens saca um rev\u00f3lver e da um recado: pare de plantar \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Autoridades locais disseram que o incidente de setembro de 2021, o qual Costa descreveu em um boletim de ocorr\u00eancia policial visto pela Reuters, est\u00e1 sendo investigado. Nenhum suspeito foi identificado.<\/p>\n<p>Amea\u00e7as s\u00e3o apenas um dos desafios enfrentados pela Rioterra e outros grupos ambientalistas ao redor do mundo que buscam uma solu\u00e7\u00e3o aparentemente simples para a crise clim\u00e1tica: replantar florestas desmatadas. Esses projetos, sugere a ci\u00eancia, podem ajudar a retardar o aquecimento global ao reter o di\u00f3xido de carbono nas \u00e1rvores vivas. Os esfor\u00e7os tamb\u00e9m podem restaurar os habitats da vida selvagem e ajudar a proteger as esp\u00e9cies amea\u00e7adas. Na Amaz\u00f4nia, tamb\u00e9m protegeria a umidade atmosf\u00e9rica que sai da floresta e leva as chuvas para campos e reservat\u00f3rios distantes.<\/p>\n<p>Mas, no Brasil, muitos agricultores que desmatam a floresta para buscar o seu sustento temem que grupos ambientalistas queiram expuls\u00e1-los. Grupos de planta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores, por sua vez, lutam para cultivar algumas \u00e1rvores nativas em grande escala. Inunda\u00e7\u00f5es sazonais, inc\u00eandios &#8212; inclusive inc\u00eandios criminosos &#8212; s\u00e3o preocupa\u00e7\u00f5es permanentes.<\/p>\n<p>E \u00e9 preciso dinheiro. Os ecologistas buscam proteger a Amaz\u00f4nia de um chamado ponto de inflex\u00e3o &#8212; quando tantas \u00e1rvores s\u00e3o derrubadas que o ecossistema n\u00e3o pode mais se sustentar como floresta tropical e seca em uma savana. Para isso, a restaura\u00e7\u00e3o florestal precisa ocorrer em uma \u00e1rea de floresta com o dobro do tamanho da Alemanha, segundo Carlos Nobre, um dos mais proeminentes cientistas clim\u00e1ticos do Brasil. O pre\u00e7o: mais de 20 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, estima.<\/p>\n<p>Os esfor\u00e7os de replantio no Brasil at\u00e9 agora s\u00e3o opera\u00e7\u00f5es modestas, embora em r\u00e1pido crescimento, lideradas principalmente por organiza\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos. Das dezenas de iniciativas de reflorestamento no pa\u00eds, Rioterra e The Black Jaguar Foundation, uma organiza\u00e7\u00e3o brasileira e europeia sem fins lucrativos, est\u00e3o entre as maiores. A Rioterra reflorestou terras amaz\u00f4nicas quase do tamanho de Manhattan na \u00faltima d\u00e9cada e planeja mais que dobrar isso at\u00e9 2030, disse Alexis Bastos, que gerencia os esfor\u00e7os de reflorestamento da organiza\u00e7\u00e3o e foi um de seus fundadores. A Rioterra gasta cerca de 12 milh\u00f5es de reais anualmente em reflorestamento, afirmou.<\/p>\n<p>A Black Jaguar \u00e9 ainda mais ambiciosa: espera gastar pelo menos 3,7 bilh\u00f5es de d\u00f3lares nos pr\u00f3ximos 20 anos restaurando uma \u00e1rea florestal do tamanho do L\u00edbano. Por meio de doadores corporativos e privados, levantou apenas 0,2% dessa quantia at\u00e9 agora e plantou apenas 0,03% de sua meta.<\/p>\n<p>Enquanto isso, a destrui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia continua em um ritmo furioso. Dados do governo mostram que cerca de tr\u00eas campos de futebol de floresta virgem foram desmatados a cada minuto em 2022. Invasores ilegais destroem em horas o que a Rioterra ou a The Black Jaguar levam um ano para plantar.<\/p>\n<p>Ainda assim, os cientistas dizem que se o reflorestamento \u00e9 poss\u00edvel em algum lugar, \u00e9 no Brasil. O pa\u00eds tem grandes quantidades de terras anteriormente florestadas prontas para restaura\u00e7\u00e3o. Muito disso poderia acontecer naturalmente se a selva intacta adjacente pudesse simplesmente recuperar as \u00e1reas devastadas. As leis do Brasil determinam um n\u00edvel de conserva\u00e7\u00e3o florestal n\u00e3o visto na maioria dos pa\u00edses.<\/p>\n<p>\u201cO reflorestamento \u00e9 realmente essencial para salvar o planeta\u201d, diz Carlos Nobre. \u201cN\u00f3s poder\u00edamos fazer isso. Vamos fazer isso? Essa ainda \u00e9 uma pergunta que n\u00e3o podemos responder.\u201d<\/p>\n[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][nectar_highlighted_text color_type=&#8221;regular&#8221; style=&#8221;full_text&#8221; highlight_expansion=&#8221;default&#8221;]\n<h1>CONSERVACIONISTA ACIDENTAL<\/h1>\n[\/nectar_highlighted_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]No Brasil, as pessoas brigam h\u00e1 s\u00e9culos sobre o destino da floresta, uma luta que colocou os ind\u00edgenas da floresta em oposi\u00e7\u00e3o aos colonos europeus e seus descendentes que buscam explorar suas riquezas.<\/p>\n<p>Durante a maior parte dessa hist\u00f3ria, o desenvolvimento venceu. O desmatamento explodiu na d\u00e9cada de 1970, quando a ditadura militar da \u00e9poca encorajou as pessoas a se estabelecerem no vasto territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Entre os imigrantes estava Bastos, um dos fundadores da Rioterra, que chegou a Rond\u00f4nia ainda crian\u00e7a em 1982. Sua fam\u00edlia esperava lucrar com a promessa do governo de terras agr\u00edcolas gratuitas. Em vez disso, afirmou Bastos, seu pai abriu uma empresa de m\u00f3veis na cidade de Porto Velho, atendendo aos colonos que chegavam em massa.<\/p>\n<p>Ao crescer, disse Bastos, ele era bastante indiferente ao som de motosserras e \u00e0 n\u00e9voa de fuma\u00e7a dos fazendeiros queimando \u00e1rvores para pastagem. Aos 20 anos, descobriu a paix\u00e3o pelo mergulho nas \u00e1guas amaz\u00f4nicas. Em meio a peixes-el\u00e9tricos e enormes pirarucus, ele ficou chocado ao ver que o Rio Preto havia se tornado um ferro-velho subaqu\u00e1tico de geladeiras descartadas, pe\u00e7as de carros e latas de cerveja.<\/p>\n<p>Ele e seus companheiros de mergulho organizaram limpezas e eventos para aumentar a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o impacto humano na Amaz\u00f4nia. Em 1999, Bastos e seis amigos, a maioria mergulhadores, fundaram o Centro Rioterra de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia como um ve\u00edculo para garantir financiamento para seus esfor\u00e7os volunt\u00e1rios.<\/p>\n<p>Sua grande chance veio em 2008, quando a Petrobras concedeu \u00e0 Rioterra um patroc\u00ednio de 3,5 milh\u00f5es de reais para fazer algum reflorestamento em Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>O grupo n\u00e3o sabia nada sobre silvicultura. A curva de aprendizado foi \u00edngreme, lembrou Bastos, hoje com 49 anos. \u201cAs pessoas v\u00eam para a Amaz\u00f4nia cortar \u00e1rvore, n\u00e3o plantar \u00e1rvore\u201d, disse.<\/p>\n<p>Plantar uma \u00e1rvore com sucesso requer desvendar os segredos do ciclo de vida daquela esp\u00e9cie. Para a Rioterra, o processo come\u00e7a na Floresta Nacional do Jamari, pr\u00f3xima ao pequeno munic\u00edpio de Itapu\u00e3 do Oeste, no norte de Rond\u00f4nia. Nos mapas de sat\u00e9lite, Jamari se destaca como uma ilha de aproximadamente 2.200 quil\u00f4metros quadrados de floresta antiga em um mar de desmatamento. Praticamente intocada por mil\u00eanios, possui uma diversidade enorme de animais e plantas.<\/p>\n<p>Dejesus Aparecido Ramos, ex-trabalhador da Rioterra, disse que avistou porcos do mato, antas e on\u00e7as durante suas viagens por l\u00e1. Mas o verdadeiro alvo da organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos s\u00e3o cerca de 900 das chamadas \u00e1rvores-m\u00e3e espalhadas dentro e ao redor da floresta. Com a permiss\u00e3o do ICMBio, autoridade federal de parques do Brasil, os funcion\u00e1rios do Rioterra colhem sementes dessas \u00e1rvores-m\u00e3e e as transportam para o viveiro da organiza\u00e7\u00e3o em Itapu\u00e3 do Oeste, onde s\u00e3o cultivadas em mudas que podem ser plantadas.<\/p>\n<p>A Rioterra se preocupa especialmente em cultivar \u00e1rvores amea\u00e7adas, entre elas o cedro rosa, a cerejeira amaz\u00f4nica e a muiracatiara, cuja bela madeira marrom-alaranjada \u00e9 cobi\u00e7ada para pisos de design. Poucas dessas \u00e1rvores raras j\u00e1 foram cultivadas fora da selva.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas acham que \u00e9 s\u00f3 plantar, e n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 plantar. Tem muita t\u00e9cnica por tr\u00e1s disso\u201d, disse Bastos.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, a Rioterra plantou cerca de 7 milh\u00f5es de \u00e1rvores em mais de 57 quil\u00f4metros quadrados de terra. A organiza\u00e7\u00e3o planta \u00e1rvores em reservas naturais protegidas pelo Estado, bem como em terras privadas pertencentes principalmente a pequenos agricultores.<\/p>\n<p>O Brasil reduziu o financiamento de reflorestamento nos primeiros anos do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Seu governo tamb\u00e9m congelou o Fundo Amaz\u00f4nia, um instrumento criado pelo governo que desde 2008 gastou 300 milh\u00f5es de reais &#8212; a maior parte fornecida pelos governos da Noruega e da Alemanha &#8212; reflorestando 317 quil\u00f4metros quadrados de floresta tropical.<\/p>\n<p>Um advogado que representa Bolsonaro n\u00e3o respondeu a um pedido de coment\u00e1rio.<\/p>\n<p>Seu sucessor, o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, reabriu o Fundo Amaz\u00f4nia logo ap\u00f3s tomar posse. O Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, em resposta a perguntas, disse que o governo pretende expandir os incentivos econ\u00f4micos e a assist\u00eancia t\u00e9cnica para reflorestamento e aumentar o mercado de produ\u00e7\u00e3o de sementes e mudas.[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][nectar_highlighted_text color_type=&#8221;regular&#8221; style=&#8221;full_text&#8221; highlight_expansion=&#8221;default&#8221;]\n<h1>HOLAND\u00caS DA BLACK JAGUAR<\/h1>\n[\/nectar_highlighted_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]A hist\u00f3ria de origem da Black Jaguar come\u00e7a no Oriente M\u00e9dio, onde o empres\u00e1rio holand\u00eas Ben Valks disse que ganhava bem vendendo sistemas de filtragem de \u00e1gua com sua empresa sediada nos Emirados \u00c1rabes Unidos. Ele contou que vendeu sua empresa em 2004 e decidiu viajar pelo mundo.<\/p>\n<p>Em 2007, ele visitou o Estado do Par\u00e1 com a ideia de fazer um document\u00e1rio sobre a on\u00e7a-preta, uma rara muta\u00e7\u00e3o da variedade pintada que foi atingida pela perda de habitat e ca\u00e7a furtiva. Um rastreador de on\u00e7a conduziu Valks pela floresta desmatada, onde os \u00fanicos animais que ele viu foram vacas pastando. Valks ficou preocupado e questionou: \u201cCome\u00e7o a pensar, qual \u00e9 o meu prop\u00f3sito?\u201d<\/p>\n<p>Valks conversou com o bi\u00f3logo brasileiro Leandro Silveira, especialista em on\u00e7as que revelou seu sonho de criar um corredor de vida selvagem de 2.600 quil\u00f4metros ao longo do rio Araguaia. L\u00e1, os grandes felinos poderiam vagar livremente para encontrar comida e parceiros, disse Silveira.<\/p>\n<p>Valks viu potencial nisso. Ele fundou a The Black Jaguar Foundation em 2011 e come\u00e7ou a construir uma organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agora com 52 anos e chefe em tempo integral da funda\u00e7\u00e3o, Valks levantou mais de 6 milh\u00f5es de euros, principalmente de patrocinadores corporativos, de acordo com Valks e relat\u00f3rios anuais da funda\u00e7\u00e3o. Eles incluem a Movida, empresa de aluguel de carros de capital aberto, e a Caixa Econ\u00f4mica Federal.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 uma fatia de sua meta de 3,7 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. Mas foi o suficiente para contratar 122 funcion\u00e1rios em tempo integral que plantaram ou regeneraram 326 hectares de floresta com esp\u00e9cies de \u00e1rvores nativas. O objetivo de longo prazo de Valks \u00e9 adicionar 1,7 bilh\u00e3o de \u00e1rvores ao longo do rio Araguaia.<\/p>\n<p>\u201cEu quero ser bilion\u00e1rio. N\u00e3o do dinheiro, mas de \u00e1rvores\u201d, disse Valks a um grupo de funcion\u00e1rios em um treinamento de 2021 realizado no Par\u00e1.[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][nectar_highlighted_text color_type=&#8221;regular&#8221; style=&#8221;full_text&#8221; highlight_expansion=&#8221;default&#8221;]\n<h1>CONHE\u00c7A OS VIZINHOS<\/h1>\n[\/nectar_highlighted_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]Se cultivar \u00e1rvores silvestres \u00e9 um neg\u00f3cio complicado, lidar com os humanos na Amaz\u00f4nia \u00e9 ainda mais complexo.<\/p>\n<p>Em todo o mundo, a viol\u00eancia e as amea\u00e7as s\u00e3o comuns para os ambientalistas que trabalham para preservar a vida selvagem e o habitat. Mais de 200 s\u00e3o mortos anualmente, de acordo com o grupo de vigil\u00e2ncia Global Witness. O Brasil ficou em 3\u00ba lugar em sua lista em 2021, com 26 mortos.<\/p>\n<p>A Rioterra suspendeu o plantio de \u00e1rvores na reserva florestal protegida pelo Estado onde Milton da Costa foi amea\u00e7ado. A extra\u00e7\u00e3o ilegal de madeira e a pecu\u00e1ria t\u00eam proliferado l\u00e1.<\/p>\n<p>A Black Jaguar tamb\u00e9m busca evitar problemas. Os agricultores hostis aos seus esfor\u00e7os n\u00e3o s\u00e3o pressionados a participar.<\/p>\n<p>Alguns produtores ficam desconfiados, mas est\u00e3o dispostos a ouvir, disseram as organiza\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos. O motivo: a legisla\u00e7\u00e3o ambiental brasileira.<\/p>\n<p>O C\u00f3digo Florestal, que dita quanta \u00e1rea florestal pode ser legalmente desmatada, estava de alguma forma registrado desde a d\u00e9cada de 1930, mas era amplamente ignorado em \u00e1reas remotas da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Uma revis\u00e3o de 1996 intensificou a prote\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia ao exigir que pelo menos 80% da maioria das propriedades da regi\u00e3o fossem preservadas. Outras mudan\u00e7as em 2012 dispensaram multas e a proibi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola contra agricultores que destru\u00edram florestas ilegalmente se concordassem em adequar suas propriedades ao reflorestamento ou compra de terras virgens para conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Alguns ambientalistas ficaram furiosos com a anistia, que continua em vigor. A destrui\u00e7\u00e3o ilegal segue generalizada, principalmente em terras p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Ainda assim, a maioria das grandes fazendas comerciais t\u00eam respondido aos incentivos para se tornar limpa. Os bancos n\u00e3o est\u00e3o autorizados a conceder empr\u00e9stimos a agricultores que violem o C\u00f3digo Florestal, de acordo com o Banco Central. Da mesma forma, grandes comerciantes de soja em 2006 se juntaram ao governo e \u00e0 sociedade civil em um pacto chamado Morat\u00f3ria da Soja na Amaz\u00f4nia, que pro\u00edbe as empresas de commodities de comprar de fazendas com desmatamento recente.<\/p>\n<p>O C\u00f3digo exige que os agricultores brasileiros restaurem coletivamente entre 56.700 quil\u00f4metros quadrados e 181.700 quil\u00f4metros quadrados de floresta, uma \u00e1rea quase t\u00e3o grande quanto a S\u00edria, de acordo com pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Essa exig\u00eancia legal ajudar\u00e1 muito o Brasil a cumprir seu compromisso de reflorestar 120.000 quil\u00f4metros quadrados at\u00e9 2030 sob sua meta clim\u00e1tica do Acordo de Paris.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil est\u00e1 milh\u00f5es de quil\u00f4metros \u00e0 frente da grande maioria dos outros pa\u00edses\u201d em termos de estrutura de reflorestamento, disse Cristina Banks-Leite, ecologista tropical do Imperial College de Londres.<\/p>\n<p>Mesmo assim, Valks e a Black Jaguar enfrentam uma tarefa dif\u00edcil: o corredor ecol\u00f3gico que ele sonha em construir cont\u00e9m terras pertencentes a mais de 13.000 propriet\u00e1rios privados que precisam ser convencidos.<\/p>\n<p>Ele come\u00e7ou em Santana do Araguaia, uma cidade de cerca de 45.000 habitantes no sul do Par\u00e1, de onde j\u00e1 havia sa\u00eddo em busca da on\u00e7a-preta e viu uma floresta tropical devastada.<\/p>\n<p>Seu primeiro neg\u00f3cio l\u00e1 foi com Marcos Mariani, um raro agricultor que fala abertamente sobre quest\u00f5es ambientais. Quando n\u00e3o estava cultivando soja e gado na opera\u00e7\u00e3o de 577 quil\u00f4metros quadrados de sua fam\u00edlia em Santana do Araguaia, Mariani fez campanha contra a pavimenta\u00e7\u00e3o de estradas adicionais na Amaz\u00f4nia que abririam novas \u00e1reas para o desmatamento.<\/p>\n<p>Mariani disse que ficou intrigado com a proposta de Valks. \u201cEu achei \u00f3tima a ideia dele e falei que tudo o que for com respeito \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, n\u00f3s temos interesse de apoiar\u201d, afirmou o agricultor.<\/p>\n<p>Os dois assinaram um contrato. A Black Jaguar comprometeu-se a construir um viveiro de \u00e1rvores na propriedade de Mariani, fornecer todo o know-how t\u00e9cnico e monitorar a \u00e1rea por d\u00e9cadas para garantir que ela renas\u00e7a. A organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos finalmente plantou mudas em 170 hectares ao longo de pequenos riachos na propriedade.<\/p>\n<p>Rapidamente se espalhou a not\u00edcia de que algum projeto de \u00e1rvore havia chegado \u00e0 cidade, segundo T\u00e2nia Irres, que trabalha na Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Santana do Araguaia. Ela disse que alguns moradores locais opinaram que uma ONG fundada por um estrangeiro destruiria seus meios de subsist\u00eancia. Outros imaginaram que, se forasteiros estavam presenteando com mudas e m\u00e3o-de-obra, por que n\u00e3o aproveitar?<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma cidade pequena, todos se conhecem\u201d, disse T\u00e2nia Irres.<\/p>\n<p>Ela ajudou a conectar a Black Jaguar com mais alguns fazendeiros, incluindo Clovis e Regina Molke, produtores de soja e pecuaristas que buscam se adequar \u00e0s leis ambientais. Apoiador de Bolsonaro, o casal inicialmente ficou c\u00e9tico em rela\u00e7\u00e3o a esses ambientalistas, mas as \u00e1rvores gratuitas eram tentadoras demais para deixar passar.<\/p>\n<p>A Black Jaguar disse que plantou 54.000 mudas na propriedade de Molke entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021, depois replantou algumas em 2022 que foram perdidas em uma enchente. Os sombreiros de r\u00e1pido crescimento j\u00e1 atingem 3,5 metros de altura.<\/p>\n<p>&#8220;Quem sabe daqui tr\u00eas anos vejo tudo fechado com grandes \u00e1rvores vistosas e bonitas\u201d, disse Clovis, cuja fam\u00edlia \u00e9 propriet\u00e1ria de terras agr\u00edcolas em v\u00e1rios Estados brasileiros.<\/p>\n<p>Essas vit\u00f3rias iniciais levaram a acordos com outros agricultores. Ao todo, a Black Jaguar assinou contratos com 26 fazendas e plantou 326 hectares at\u00e9 o momento. A organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos pretende que a pr\u00f3xima temporada de plantio, que termina em abril de 2024, seja a maior at\u00e9 agora, com 500 hectares adicionais restaurados.[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][nectar_highlighted_text color_type=&#8221;regular&#8221; style=&#8221;full_text&#8221; highlight_expansion=&#8221;default&#8221;]\n<h1>REGENERA\u00c7\u00c3O<\/h1>\n[\/nectar_highlighted_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]Salvar a Amaz\u00f4nia significa cultivar bilh\u00f5es de \u00e1rvores em uma \u00e1rea maior do que muitos pa\u00edses. Salvar o planeta significa faz\u00ea-lo v\u00e1rias vezes.<\/p>\n<p>Reduzir o uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis \u00e9 fundamental para desacelerar o aquecimento global. Mas os cientistas dizem que remover o di\u00f3xido de carbono j\u00e1 no ar tamb\u00e9m \u00e9 essencial para evitar as piores consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. E eles concordam amplamente que as \u00e1rvores s\u00e3o a maneira mais barata e simples de sequestrar carbono.<\/p>\n<p>Limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius &#8212; uma meta estabelecida no Acordo de Paris &#8212; pode exigir at\u00e9 9,5 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados de floresta adicional para ajudar a atingir emiss\u00f5es l\u00edquidas zero de gases de efeito estufa at\u00e9 2050, de acordo com o principal painel de ci\u00eancias clim\u00e1ticas da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). Isso \u00e9 mais ou menos do tamanho dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>O Brasil e os pa\u00edses amaz\u00f4nicos vizinhos podem ser decisivos nesses esfor\u00e7os. Cerca de 18% da Amaz\u00f4nia j\u00e1 foi destru\u00edda. Se esse n\u00famero chegar de 20% a 25% e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas continuarem piorando, o climatologista Nobre teoriza que a floresta \u00famida vai secar e virar uma savana degradada, lan\u00e7ando uma bomba de carbono na atmosfera. Esse limiar pode ser alcan\u00e7ado em duas a tr\u00eas d\u00e9cadas no atual ritmo de destrui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nobre estima que, al\u00e9m de interromper o desmatamento, cerca de 700 mil quil\u00f4metros quadrados no sul da Amaz\u00f4nia precisariam ser restaurados para evitar que uma espiral de morte seja desencadeada. Mais da metade dessa \u00e1rea se regeneraria naturalmente se deixada sozinha para a selva pr\u00f3xima recuper\u00e1-la, de acordo com seus c\u00e1lculos aproximados.<\/p>\n<p>Rioterra e Black Jaguar usam essa abordagem quando poss\u00edvel. Na propriedade dos Molke, por exemplo, al\u00e9m dos 30 hectares plantados ativamente pela Black Jaguar, outros 140 hectares foram deixados para regenera\u00e7\u00e3o passiva. Black Jaguar ajuda a natureza cercando essas \u00e1reas para manter o gado fora e removendo gram\u00edneas invasoras que podem sufocar o crescimento das \u00e1rvores. Ap\u00f3s alguns anos, animais selvagens e o vento carregar\u00e3o sementes da floresta vizinha que crescer\u00e3o sem ajuda.[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][nectar_highlighted_text color_type=&#8221;regular&#8221; style=&#8221;full_text&#8221; highlight_expansion=&#8221;default&#8221;]\n<h1>DOA\u00c7\u00d5ES<\/h1>\n[\/nectar_highlighted_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]Em agosto de 2019, os inc\u00eandios aumentaram na floresta amaz\u00f4nica. O mundo reagiu com horror quando imagens de chamas crescentes dominaram os notici\u00e1rios.<\/p>\n<p>Bastos, da Rioterra, disse que doadores particulares come\u00e7aram a abrir seus tal\u00f5es de cheques.<\/p>\n<p>A empresa francesa Reforest&#8217;Action, que combina financiadores com projetos de plantio de \u00e1rvores, investiu 270.000 euros (290,000 d\u00f3lares) para patrocinar quase um quil\u00f4metro quadrado do novo plantio da Rioterra em Rond\u00f4nia. Mais tarde, duas organiza\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos europeias tamb\u00e9m participaram. A Aquaverde, com sede em Genebra, doou o equivalente a 347.000 d\u00f3lares para a Rioterra. A Tree-Nation, da B\u00e9lgica, adicionou 97.000 d\u00f3lares para reflorestar a reserva protegida de Rio Preto-Jacund\u00e1.<\/p>\n<p>A Black Jaguar tamb\u00e9m recorreu a doadores corporativos.<\/p>\n<p>A empresa brasileira de aluguel de carros Movida assinou em 2020 um acordo com a Black Jaguar para financiar o plantio de 1 milh\u00e3o de \u00e1rvores, disse o ent\u00e3o presidente-executivo Renato Franklin \u00e0 Reuters. O programa \u00e9 financiado em parte pelos clientes da Movida, que t\u00eam a op\u00e7\u00e3o de pagar 1,99 real por dia em seus contratos de aluguel para compensar suas emiss\u00f5es de carbono.<\/p>\n<p>At\u00e9 o final de 2022, a Black Jaguar plantou cerca de 250.000 \u00e1rvores como parte dessa parceria, que a Movida est\u00e1 considerando expandir ap\u00f3s o plantio do primeiro milh\u00e3o de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>\u201cBen fala em at\u00e9 1 bilh\u00e3o de \u00e1rvores. Temos que pensar grande, pensar \u00e0 frente\u201d, afirmou Franklin.<\/p>\n<p>A Rioterra tamb\u00e9m est\u00e1 explorando o mercado dos chamados cr\u00e9ditos de carbono, que as empresas podem comprar para compensar suas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa. A organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos lan\u00e7ou no ano passado um projeto para trabalhar com cerca de 600 pequenos agricultores no Brasil para replantar cerca de 20 quil\u00f4metros quadrados com \u00e1rvores. A Reforest&#8217;Action trata da embalagem e venda dos cr\u00e9ditos. A fabricante francesa de cosm\u00e9ticos L&#8217;Oreal confirmou que \u00e9 a maior investidora, com mais de 5 milh\u00f5es de d\u00f3lares no empreendimento. O Amazon Biodiversity Fund tamb\u00e9m investiu no projeto.<\/p>\n<p>Bastos v\u00ea os cr\u00e9ditos de carbono como o caminho para levantar a vasta soma de dinheiro que cientistas como Nobre dizem ser necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o se sabe se esses e outros programas de plantio de \u00e1rvores podem salvar a Amaz\u00f4nia. A resist\u00eancia em alguns lugares continua feroz.<\/p>\n<p>Em setembro passado, Milton da Costa Junior recebeu uma liga\u00e7\u00e3o dizendo que o site de monitoramento de inc\u00eandios do governo brasileiro mostrava poss\u00edveis inc\u00eandios nos projetos de replantio da Rioterra na reserva Rio Preto-Jacund\u00e1, onde ele havia sido amea\u00e7ado com uma arma de fogo um ano antes.<\/p>\n<p>O plantio adicional estava suspenso ali desde aquele encontro. Milton da Costa voltou ao local, onde as \u00e1rvores jovens cresciam h\u00e1 mais de um ano. Com um drone bem acima do terreno, ele viu danos impressionantes: 189 hectares agora eram um terreno baldio carbonizado. Os inc\u00eandios florestais n\u00e3o ocorrem naturalmente na Amaz\u00f4nia, dizem os cientistas. Uma pessoa deve ter provocado a chama, suspeita Costa.<\/p>\n<p>Enquanto estava ao lado de sua caminhonete usando o drone, pelo menos dois homens escondidos na selva ao longo da estrada gritaram com ele.<\/p>\n<p>\u201cA gente j\u00e1 n\u00e3o falou para voc\u00ea n\u00e3o voltar aqui? Voc\u00ea quer pagar pra ver?\u201d, gritou um dos homens. &#8220;Vai assim e a gente vai te eliminar.&#8221;<\/p>\n<p>Milton da Costa ficou calado. \u201cEsta vez eu fiquei com muito medo\u201d, disse, ao relatar o evento. \u201cMinha filha estava com 20 dias de nascida\u201d. Ele pegou o drone, gritou que estava desarmado, entrou no ve\u00edculo e foi embora.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, ele voltou v\u00e1rias vezes para monitorar a rebrota nas \u00e1reas que escaparam das chamas, mas sempre com escolta policial. Policiais locais disseram \u00e0 Reuters que as amea\u00e7as contra Costa est\u00e3o sob investiga\u00e7\u00e3o, assim como o inc\u00eandio. As suspeitas recaem sobre grileiros ilegais n\u00e3o identificados.<\/p>\n<p>Enquanto o plantio na reserva continua suspenso, a Rioterra avan\u00e7a em \u00e1reas mais seguras. A pr\u00f3xima miss\u00e3o \u00e9 recuperar uma \u00e1rea de 3 quil\u00f4metros quadrados perto de uma hidrel\u00e9trica de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>Apesar das amea\u00e7as, Costa n\u00e3o quer recuar. Ele diz que as apostas s\u00e3o muito altas.<\/p>\n<p>\u201cDo jeito que est\u00e1 indo, se n\u00e3o tiver algu\u00e9m com a nossa consci\u00eancia, um dia n\u00e3o vai ter mais rio, n\u00e3o vai ter mais mato, n\u00e3o vai ter o qu\u00ea passar para os nossos filhos e netos\u201d, afirmou ele.[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;Full Width Line&#8221; line_thickness=&#8221;2&#8243; divider_color=&#8221;extra-color-3&#8243;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][vc_column_text]\n<h1 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/www.reuters.com\/investigates\/special-report\/brazil-environment-reforestation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">LEIA O ARTIGO ORIGINAL EM INGL\u00caS<\/a><\/h1>\n[\/vc_column_text][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][divider line_type=&#8221;Full Width Line&#8221; line_thickness=&#8221;2&#8243; divider_color=&#8221;extra-color-3&#8243;][divider line_type=&#8221;No Line&#8221;][image_with_animation image_url=&#8221;37294&#8243; 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